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Eleições 2026 RANKING DE
COMPETITIVIDADE
DOS ESTADOS

Como evoluíram os estados brasileiros nos últimos três anos? Compare o desempenho nas áreas de economia, segurança pública, meio ambiente, gestão pública e sociedade.

O Brasil ainda enfrenta um déficit de conhecimento de suas próprias realidades. Em um ano eleitoral, os dados ajudam a revelar desafios e potencialidades de cada estado. Para apoiar esse processo, desenvolvemos diagnósticos que reúnem séries históricas do Ranking de Competitividade para orientar prioridades e metas de governo.

Objetivos:

Orientar prioridades e propostas baseadas em dados e evidências

Difundir conhecimento acumulado, tornando os dados conhecidos e acionáveis

Apresentar a série histórica dos dados e evidenciar os grandes gargalos e desafios dos estados

Dar luz às realidades locais e regionais

Subsídio direto para a gestão pública e equipes que constroem planos de governo

Metodologia:

A análise utiliza dois tipos de informação: os scores reconstruídos dos indicadores e os rankings anuais. Para medir a evolução dos estados, foram analisadas as variações dos indicadores normalizadas, o que permite comparar mudanças ao longo do tempo de forma consistente.

Para interpretar os resultados, é importante observar duas perspectivas. O ranking de trajetória mostra quais estados estão melhor posicionados atualmente, enquanto o ranking de variação indica quais foram os que mais avançaram recentemente. Em outras palavras, um ranking revela a consistência e trajetória recente, e o outro mostra quais foram os estados com as maiores evoluções reais em relação ao próprio desempenho.

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Metodologia

Introdução

Os dois produtos foram construídos para produzir leituras complementares sobre o desempenho das Unidades da Federação nas 5 dimensões temáticas:

  • Economia,
  • Segurança Pública,
  • Gestão Pública,
  • Sociedade e
  • Ambiental.

O primeiro produto mede quem mais avançou no período, a partir da variação observada nos dados brutos dos indicadores entre 2023 e 2025. Seu foco, portanto, é o fluxo de melhora ou piora.

O segundo produto constrói os níveis anuais de desempenho a partir das notas dos indicadores, restringindo a análise a um conjunto temporalmente consistente de indicadores. Seu foco é o estoque de desempenho e a trajetória do ranking ao longo do tempo.

[box pilares e areas]

Base de dados e universo analisado

Nossa base de dados contém dados das 26 UFs mais os dados do Distrito Federal. Para os dois produtos apresentados consideramos apenas dados das 26 UFs. O Distrito Federal é removido da análise diretamente no filtrar e processar de dados.

Logo os rankings e os gráficos dos dois produtos que visam indicar o fluxo de melhora ou piora e o desempenho pelas notas dos indicadores será baseado apenas nos dados das 26 UFs sem o Distrito Federal presente ocupando colocações e de forma comparativa em dados.

Na configuração atual, a análise considera 26 UFs, com exclusão do Distrito Federal. Essa exclusão é implementada diretamente no processamento dos dados e, portanto, afeta tanto a filtragem dos indicadores válidos quanto a construção dos rankings e gráficos.

Parte I - Metodologia
ranking de variação

3. Objetivo específico

Analisar para cada UF sua melhora ou piora dentro dos anos de 2023 a 2025. Obtemos então um ranking de variação das 5 dimensões temáticas entre 2023 e 2025. Com a intenção de responder à pergunta:

Quais estados mais avançaram nas 5 dimensões temáticas entre 2023 e 2025?

Para determinar este fluxo de melhora ou piora não utilizamos o dado nota ou colocação, presentes dentro dos indicadores. O resultado é baseado no valor Dado Bruto. Este valor também está contido dentro de cada indicador. Optamos por ele pois como veremos a seguir ele foi considerado como critério para garantir um ranking livre de influências de dados incompletos.

4. Etapas metodológicas

4.1. Seleção dos indicadores válidos

Ter o dado bruto é prova que houve o registro. Por isso nem todo indicador entra no ranking da melhora ou piora do fluxo dos estados.

Visando garantir a comparabilidade entre os estados e evitar de gerar um ranking distorcido seguimos duas condições na escolha e no processamento de dados.

Escolhemos os indicadores que cobrem todas as 26 UFs nos anos de 2023 e 2025 e que não apresentam dados brutos nulos também em ambos os anos.

4.2. Cálculo da variação por UF e indicador

Feita a validação do indicador e com o dado bruto de 2023 e 2025 apontados é feito o cálculo da variação percentual entre os dois anos.

Pontando na configuração atual, usamos a variação percentual:

4.3. Ajuste da variação pela polaridade

É necessário tornar comparáveis indicadores que sem o ajuste de polaridade não seriam comparáveis, pois alguns apresentam bom desempenho no aumento do dado bruto e outros apresentam bom desempenho na redução do dado bruto.

Por isso ao fazermos o cálculo da variação bruta entre os dois anos, multiplicamos o resultado pela polaridade do indicador, para que toda variação passe a obedecer à mesma convenção interpretativa.

Logo valor maiores representam um melhor desempenho e valores menores um pior desempenho.

4.4. Normalização da variação em escala 0–100

Como os indicadores possuem unidades e amplitudes muito diferentes, a variação ajustada é convertida em uma nota padronizada de 0 a 100, separadamente para cada indicador.

A regra é:

  • pior variação entre as UFs = 0
  • melhor variação entre as UFs = 100

Nos casos em que todas as UFs têm exatamente a mesma variação, se atribui nota 50 para todas, evitando divisão por zero no min-max.

4.5. Cálculo da nota média de cada pilar

Depois da normalização, é calculado, para cada UF e cada pilar, a média simples das notas de variação dos indicadores válidos daquele pilar.

Todos os indicadores do pilar recebem peso igual.

4.6. Cálculo da nota média geral de cada dimensão temática

A nota geral de cada uma das 5 dimensões temáticas é então calculada como a média simples das notas dos pilares que compõe cada dimensão.

Portanto:

  • primeiro se calcula a nota média de cada pilar;
  • depois se calcula a média simples dos resultados.

Todos os pilares recebem peso igual na composição da nota geral.

4.7. Geração dos rankings

São gerados os seguintes rankings:

  • por indicador,
  • por pilar,
  • para cada uma das 5 dimensões temáticas agregadas.

A ordenação é decrescente: maior nota implica melhor posição.

5. Interpretação

Com o foco no sentido do fluxo melhora ou piora de cada indicador este trabalho deve ser interpretado sob um olhar de desempenho recente. Não mostra necessariamente quais estados estão nos maiores níveis absolutos, mas sim o desejável que buscamos responder quais mais avançaram entre 2023 e 2025?

Parte II — Metodologia
do nível

6. Objetivo específico

Linearidade consistente através da temporalidade. É com esta regra que fundamentamos este produto que visa construir os níveis anuais dos pilares e da nota geral das 5 dimensões temáticas. Tendo como as notas dos indicadores os valores de base.

A ideia é responder à pergunta: Utilizando sempre do mesmo conjunto de indicadores, em cada período, como evoluiu o ranking dos estados ao longo do tempo?

7. Etapas metodológicas

7.1. Leitura da tabela de siglas das UFs

Para a Leitura da tabela de siglas das UFs criamos identificadores padronizados dos indicadores e nos balizamos em três pontos principais:

  • Os Pilares e seus indicadores escolhidos dentro de cada uma das 5 dimensões temáticas
  • Tomamos como válidas apenas as observações com ano e estado válidos,
  • Aqui também excluímos o Distrito Federal.

7.2. Definição do período de análise

Para este produto em sua configuração atual, é definido o período de 2023 a 2025 para a análise de dados.

7.3. Seleção de indicadores consistentes no tempo

Aqui contém nossa a principal regra de consistência temporal. Ela garante que a comparação entre os anos não seja contaminada pela entrada ou saída de indicadores pela alteração da metodologia original.

Logo cada período, o produto seleciona apenas indicadores que aparecem em todos os anos do período e que não possuam nota nula para as 26 UFs em todos os anos.

7.4. Consolidação da base consistente

No processo de manter uma base consistente ao encontrar na filtragem uma duplicidade por UF-ano-indicador utilizaremos a média das notas para consolidar uma única observação por combinação. Logo após a filtragem mantemos apenas as observações dos indicadores consistentes e o ajuste das duplicidades.

7.5. Reconstrução da nota média do pilar

Para cada ano, UF e pilar, calculamos a média simples das notas dos indicadores consistentes daquele pilar.

Ou seja, dentro de cada pilar:

  • cada indicador recebe peso igual,
  • a nota do pilar é a média aritmética das notas dos indicadores.

7.6. Reconstrução da nota média de cada uma da 5 dimensões temáticas

A nota geral de cada uma das 5 dimensões temáticas é construída como a média simples dos pilares reconstruídos.

Logo:

  • cada pilar recebe peso igual,
  • a nota geral não depende diretamente do número de indicadores em cada pilar.

Essa decisão separa duas etapas:

  1. equalização entre indicadores dentro de cada pilar;
  2. equalização entre pilares no agregado final.

7.7. Geração dos rankings anuais

Com os scores reconstruídos, o produto gera rankings anuais dentro de cada uma das 5 dimensões temáticas, por dimensão:

  • cada pilar,
  • cada uma das 5 dimensões temáticas agregadas.

O ranking é calculado em ordem decrescente de score:

  • maior score = melhor posição.

7.8. Geração dos gráficos

A partir desses novos dados, são produzidos três tipos de visualização:

a) Heatmap de score:
 Mostra, para cada uma das 5 dimensões temáticas, a nota média anual por UF, com ordenação das UFs pela nota no ano final.

b) Trajetória do Top 10 atual em rank:
 Seleciona as 10 UFs mais bem colocadas no ano final e plota a trajetória da posição delas ao longo do período, com eixo invertido (1 = melhor).

c) Scatter t0 vs t final:
 Compara a posição da UF no início e no fim do período, permitindo visualizar quem melhorou ou piorou de posição.

8. Interpretação

Este produto não visa medir diretamente a intensidade da melhora ou piora através do dado bruto como em nosso produto primeiro. Mas sim o eveluir de cada posição relativa dos estados em um ranking reconstruído com base nas notas dos indicadores.

Logo este ranking deve ser interpretado como uma análise de trajetória em nível pois ele visa elucidar quem está posicionado em cada ano e como o ranking mudou ao longo do tempo e culminando no visualizar dos movimentos que ocorreram através de um conjunto comparável de indicadores.

9. Diferença conceitual entre os dois rankings

Nossos dois produtos são complementares entre si, mesmo respondendo a perguntas diferentes. Nosso primeiro produto revela quem mais avançou entre 2023 e 2025? E busca alicerçar a resposta através de um ranking de variação que usa o dado bruto e cobertura em apenas dois pontos no tempo para balizar-se.

Enquanto nosso segundo através dos dados indica à nós o posicionamento de cada UF dentro de cada ano e como essa posição mudou ao longo do tempo? Aqui o ranking utiliza-se da nota do indicador e exige consistência em todos os anos do período.

10. Limitações e cuidados de interpretação

Alguns cuidados são importantes na leitura dos resultados. Faz se necessário compreensão que estes dois produtos atendem à regras que outros produtos nossos são apresentados sob outras regras. Por isso a leitura deste texto é crucial para não distorção das intenções claras e objetivas dos produtos apresentados aqui.

Primeiro, os rankings de variação são sensíveis à escolha entre variação percentual e delta absoluto. Para o primeiro produto em sua configuração atual, foi usada variação percentual.

Segundo, no caso do nosso segundo produto, a exigência de cobertura completa pode reduzir o número de indicadores disponíveis, sobretudo no ranking de nível para períodos longos. A cobertura completa depende da existência do dado e se este foi apresentado publicamente.

Terceiro, nossos produtos trazem um ampliar do campo de visão da análise junto com um olhar detalhado e minucioso de cada estado. Por isso o ranking de variação não deve ser confundido com ranking de nível: um estado pode ter melhorado muito e ainda assim permanecer longe da liderança; da mesma forma, um estado pode continuar líder em nível mesmo sem grande melhora recente.

Por fim, a exclusão do Distrito Federal faz com que o universo analisado seja de 26 UFs, o que afeta tanto as contagens de cobertura quanto a posição relativa dos estados. Sempre atentar-se a este fato principalmente em em comparações com outros rankings que não estes dois produtos.

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